| 5CQualiBR - Ecossistema digital para evoluir a qualidade do software público brasileiro |
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O Portal do Software Público disponibilizou no endereço http://www.softwarepublico.gov.br/5cqualibr/ um ambiente dedicado ao tema de qualidade de software. O espaço é composto inicialmente por seis vetores: (1) ecossistema; (2) qualidade do produto; (3) desenvolvimento de software; (4) interoperabilidade; (5) prestadores de serviço; e (6) teste de software. O ambiente foi apresentado durante a reunião de coordenação do Portal do Software Público em Brasília no início de dezembro. O segundo grupo de interesse do Portal SPB foi batizado de 5CQualiBr: conhecimento, comunidade, colaboração, compartilhamento e confiança para qualidade do software público brasileiro. O 5CQualiBr será coordenado pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer-CTI, com sede em Campinas. O principal objetivo do grupo de interesse é disponibilizar conteúdos para melhorar a qualidade do software brasileiro. A intenção da coordenação do 5CQualiBr é de garantir a interação dos usuários em torno do tema, acrescentar novos conteúdos periodicamente e estimular o debate sobre qualidade de software no país. Os conteúdos serão disponibilizados em modelos de licenças livres e grande parte do material poderá ser acessado abertamente. O Portal 5CQualiBr é um dos produtos do Modelo de Qualidade do Software Público Brasileiro, projeto em vigência desde o final de 2008, que conta com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e apoio da Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia. Os participantes do Portal SPB podem se cadastrar direto no ambiente com seu usuário e senha, no endereço http://www.softwarepublico.gov.br/5cqualibr/register/user-join. |
| Brasil teve mais de 25 milhões de internautas em 2009, diz pesquisa |
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Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que 25 milhões de brasileiros acessaram a internet no ano passado. O estudo, realizado entre setembro e outubro de 2009 em 11 mercados brasileiros, mostrou um crescimento de 10% no uso da web entre os dois últimos anos. Ainda, a pesquisa apontou que entre as 17 mil pessoas entrevistadas que acessam a rede por meio de outros equipamentos que não o computador, 66% navegam pelo celular, 21% por smartphones com conexão 3G, 9% usam a web no computador de mão e 3% por meio de smartphones sem tecnologia 3G. Entre eles, cerca de 25% acessam a internet diariamente. |
| O LED está em todas |
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Monitores ultrafinos devem reluzir nas prateleiras da Consumer Eletronics Show (CES), uma das mais significativas feiras tecnológicas do mundo, que vai de hoje [7/1/2010] a domingo [10/1/2010], em Las Vegas. A estrela por trás da corrida pelo monitor mais fino do mundo se chama LED. A LG já anunciou uma tela de 42 polegadas, com apenas 2,6mm de espessura. A peça tem resolução de 1.080 pixels e pesa 3,6 kg. Mas a capacidade de gerar displays incrivelmente finos não é a única grande sacada dos diodos emissores de luzes. É uma tecnologia que emite menos carbono, dispensa metais pesados como o mercúrio e o chumbo utilizam componentes recicláveis e consome menos energia. Se sustentabilidade deve se firmar como palavra de ordem a partir da década que começa, os LEDs têm tudo para, como dizem alguns, nadar de braçada. Os pequenos LEDs já apresentam usos diversificados e sua adoção em larga escala, garantem os defensores, pode demorar menos do que supomos. Vale um passeio em qualquer loja de eletrônicos. É bem provável que a nitidez e contraste das TVs de LED chamem sua atenção imediatamente. Isso para não falar da espessura assustadoramente fina dos aparelhos. E aí é bom estar atento. Por enquanto, duas desenvolvedoras já colocaram produtos do tipo nas prateleiras – a Samsung e a LG. Na prática, o contraste fenomenal dos novos aparelhos é possível porque eles funcionam como uma TV de plasma (conhecidas por aquela qualidade), porém utilizam uma tela de cristal líquido. Acontece que as TVs de LCD trabalham com uma única fonte luminosa – por isso o preto absoluto é tão difícil de conseguir. Em contrapartida, os aparelhos de plasma têm fontes individuais de iluminação, microcélulas que reagem aos estímulos elétricos. Nas LED TVS, também chamadas de LCD de LED, o que há é o mesmo esquema do plasma, mas a iluminação é feita com LEDs, incidindo no cristal. Assim, tempo de resposta e contraste (o melhor de cada uma das tecnologias anteriores) coexistem apenas, por enquanto, nos novos aparelhos de LED. O modelo com preço menos exorbitante encontrado no mercado é o aparelho de 40 polegadas da Samsung, que sai até por R$ 6 mil. Todos eles são Full HD, o que significa que estão prontos para o máximo de qualidade de imagens digitais – o que vale para a TV Digital, para o Blu-Ray e para os vídeos em alta definição baixados da internet. Alguns aparelhos se conectam ao YouTube, a maioria tem entrada USB, permitindo a conexão de pendrives para tocar vídeos nos mais variados formatos. Também é possível, no caso da LG, por exemplo, espetar um HD externo e gravar a programação, um recurso realmente bacana. As outras desenvolvedoras fazem mistério com relação aos lançamentos de modelos do tipo por aqui. No mercado internacional, a popularização caminha no mesmo ritmo. A Sony até lançou alguns modelos no mercado brasileiro no último ano, mas, de acordo com a assessoria de imprensa da empresa, as TVs saíram de comercialização, por conta do comportamento pouco receptivo do mercado na ocasião. "Diante das tecnologias existentes, os LEDs estão bem à frente, em termos de qualidade. As TVs economizam até 40% de energia, essa também é uma grande vantagem", diz Rafael Cintra, da Samsung. ENERGIA SOLAR A iluminação pública é a próxima fronteira. Enquanto grandes painéis luminosos de cidades como Tóquio e Nova York já entenderam que os LEDs são a melhor opção, por aqui, essa história ainda está em fase de testes, de acordo com Roberto Mallard, diretor da Revolight, empresa de BH que produz luminárias de LED. Segundo Mallard, a Cemig já realiza testes com algumas das lâmpadas que podem ser usadas em postes. Na iluminação pública, a economia poderia chegar e 60% do que é gasto atualmente. "Em casa, a substituição das lâmpadas pode economizar até 90%." As lâmpadas de LED estão à venda, em lojas especializadas, por cerca de R$ 50. Além de durarem mais (e todas as outras qualidades técnicas ecologicamente corretas), as lâmpadas de LED são afeitas à energia solar, como explica Mallard: "Temos um poste funcionando com energia solar. É adequado por conta do baixo consumo de energia. O painel solar é muito caro; se colocarmos uma lâmpada de alto consumo, mais painéis se fariam necessários". E O OLED? Basta uma vogal na frente para mudar quase tudo. Os Oleds são LEDs orgânicos, baseados em carbono. O material emite luz própria. Como não precisa de filtros para mudar as cores (como displays de cristal líquido, indispensáveis a seu parceiro não orgânico), seria mais eficiente, fácil de fazer e mais fino. Assim, se presta a experiências como as do papel digital. Criada nos anos 1980 pela Kodak, a tecnologia ainda desperta desconfiança quanto à durabilidade da luminosidade. COMO FUNCIONA O componente mais importante de um LED é o chip semicondutor responsável pela geração de luz. É ali que ocorre o movimento dos elétrons que dará origem à luz. Com dimensões muito reduzidas, se ajustam facilmente em circuitos elétricos. Diferentemente de lâmpadas incandescentes comuns, não têm filamentos que se queimam e não ficam muito quentes. |
| Firefox completa 5 anos |
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Há cinco anos, a versão 1.0 do browser Firefox era disponibilizada para download pela Mozilla Organization. Um browser open source que, além de ser rápido e prático, permitia ao usuário alterá-lo conforme suas necessidades. O resultado é que, ao fim de cinco anos, já na sua terceira versão, o Firefox conta com 24% da quota de mercado mundial, tendo já superado o número de usuários do Internet Explorer 6. Fonte: edição de novembro de 2009 da revista Espírito Livre |
| Go: a linguagem de programação do Google |
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O Google apresentou recentemente seu mais novo projeto: a nova linguagem de programação Go. Buscando resolver alguns problemas encontrados em outras linguagens já existentes. O Google anuncia que Go é simples, rápida, tem compilações e builds em frações de segundo (com código compilado executado a velocidades semelhantes às do C/C++), segura (quanto os tipos de dados e no acesso à memória), concorrente (preparada para a execução de milhares de rotinas sem problemas de stack overflows), divertida (une as vantagens de uma linguagem de programação dinâmica à velocidade e segurança de uma linguagem estática) e, é claro, open source. Existe um vídeo bastante rico em informações no site oficial, bem como tutoriais. Mais no site oficial: http://golang.org |
| Google libera Closure, a biblioteca javascript por trás do Gmail e Google maps |
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Google liberou uma biblioteca e conjunto de ferramentas para trabalho com JavaScript: Closure, empregada em aplicações como Gmail e Google maps. É formada por um otimizador que permite comprimir o código JavaScript e realiza uma análise sintática do código para encontrar erros comuns. Por outro lado, está uma biblioteca com utilidades para manipular o DOM, comunicar-se com o servidor, criar animações, suporte para edição de texto etc. Por último, mas não menos importante, o sistema de templates para facilitar a geração dinâmica de HTML. Links: http://code.google.com/closure/ |
| Google diz que PCs com seu sistema operacional vão iniciar em até 7 segundos |
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O novo sistema operacional que o Google está projetando vai ligar computadores tão rápido quanto uma televisão, anunciou a companhia de buscas, ao demonstrar seu sistema operacional Chrome OS. O Google ofereceu a primeira amostra pública do sistema quatro meses depois de declarar intenção de desenvolver o produto que colocará a empresa em concorrência direta com Microsoft e Apple. Fiel às origens do Google na internet, o Chrome OS tem a aparência mais parecida com um navegador de web do que com um sistema operacional mais tradicional, como o Windows, o que se enquadra na ambição do Google de encaminhar os usuários à internet, onde poderão ver a publicidade que o Google veicula. A empresa anunciou que o sistema operacional estará disponível no final de 2010 em netbooks de baixo custo que atendam às especificações de hardware do Google, como uso exclusivo de chips de memória, e não discos rígidos mais lentos, para armazenar dados, contrariando o padrão atual. Os netbooks acionados pelo Chrome OS só poderão usar aplicativos on-line, e os dados dos usuários ficarão automaticamente armazenados na web, na chamada nuvem de servidores, informaram executivos do Google. Mais: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u656263.shtml |
| Android no Brasil |
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Confirmadas as previsões dos executivos do Google: os primeiros celulares com plataforma Android chegam ao Brasil. A HTC trouxe o modelo Magic com uma configuração exclusiva para o mercado nacional. No ITWeb TV, é possível acompanhar um vídeo que mostra algumas funcionalidades do aparelho. A Samsung também revelou seu primeiro smartphome com a plataforma: o Galaxy, que também é touchscreen. A companhia informou que o aparelho permitirá navegação web com alta velocidade. Os dois produtos têm forte apelo para usuários finais, mas podem conquistar espaço no segmento corporativo, pois é possível sincronizar o Outlook e Exchange, tem Gmail e outros serviços do Google, leitor de PDF, entre outros. |
| Primeiro sistema operacional 100% livre de erros está pronto |
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Gráficos de funções do kernel do sistema operacional livres de erros. Inovação radical em software Programas de computador representam o melhor exemplo de um produto que usufrui de inovações tecnológicas contínuas - daquelas que não chamam muito a atenção e geralmente não viram manchete, mas que estão melhorando continuamente os aplicativos, incorporando novas funcionalidades e atendendo às novas necessidades dos usuários. Mas será que é possível que os programas de computador experimentem também inovações tecnológicas disruptivas - daquelas radicais, que viram manchete e mudam o caminho de uma determinada área? Certamente que sim. A criação dos protocolos de comunicação que viabilizaram a internet, sistemas operacionais com interfaces gráficas, o primeiro navegador de páginas web, protocolos da computação distribuída, todos são exemplos que tecnologias que mudaram o rumo da informática. Software 100% livre de erros É muito possível que estejamos agora frente a mais uma inovação nessa categoria de revolucionária na área de software. Pesquisadores australianos relataram que, pela primeira vez, conseguiram provar com rigor matemático que o núcleo principal de um sistema operacional - tecnicamente conhecido como kernel - está 100% livre de erros de programação (bugs). Isso significa que a parte principal do sistema operacional não estará sujeito a falhas, travamentos e nem a ataques que explorem falhas de segurança, que simplesmente não existem. Mundo completamente novo O avanço deverá ter implicações diretas no funcionamento e na segurança de computadores que controlam equipamentos que devem apresentar altíssima confiabilidade, como aparelhagens médicas de exames e cirurgias robotizadas, sistemas aeroespaciais e servidores de informática de missão crítica. "Eu acredito que não é um exagero afirmar que nosso sistema abre um mundo completamente novo no que diz respeito à construção de novos sistemas altamente confiáveis e seguros," diz o doutor Gernot Heiser, que coordenou a equipe que desenvolveu a nova técnica nos laboratórios da Universidade Nova Gales do Sul, na Austrália. Não se trata apenas de uma verificação intensiva do código contra erros específicos. O sistema de verificação garante que o kernel atende inteiramente a toda a sua especificação, não se desviando dela em todos os aspectos, incluindo a funcionalidade e a segurança Software livre de erros Uma regra no mundo do software - não-científica, mas largamente citada - é que há 10 bugs para cada mil linhas de código de um programa. Programas mais maduros e mantidos por grandes equipes certamente têm menos, mas nenhum engenheiro ou programador em bom juízo se arriscaria a dizer que seu sistema é 100% livre de erros. Isto mostra o significado do feito alcançado pelos pesquisadores australianos, comprovando matematicamente a correção de um kernel desenvolvido em linguagem C por uma equipe de seis pessoas ao longo de seis anos. Esta é a primeira vez que se demonstra de forma conclusiva que é possível construir programas de computador totalmente livres de erros. A correção do programa também significa que ele está imune a todos os tipos mais comuns de ataques, como os chamados buffer overflows, um forma de ataque na qual os hackers tomam controle dos programas injetando pequenas porções de código malicioso. Sistema operacional embarcado O usuário de computadores tradicionais deverá esperar um pouco antes de poder usufruir do acréscimo de segurança e confiabilidade oferecido por um sistema operacional livre de erros. O kernel 100% correto pertence a um sistema operacional do tipo embarcado (embedded system), que roda em computadores dedicados a tarefas específicas - seu nome é Secure Embedded L4 (seL4). A nova técnica de verificação, contudo, poderá ser utilizada no desenvolvimento de qualquer outro programa, seja um sistema operacional ou outro aplicativo qualquer. |
| Baixe o pacote de atualização do Office 2007 com as novas regras da reforma ortográfica |
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Já está disponível no site da Microsoft Brasil o pacote de atualização do Office 2007, que contém as novas regras previstas no novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entrou em vigor em janeiro de 2009. No link abaixo você encontra o pacote de instalação e confere algumas das mudanças previstas nessa reforma ortográfica. Baixando e instalando essa atualização, você poderá corrigir textos no Word já utilizando as novas regras. |