| 'Criei o Linux para uso próprio', diz Linus |
|
Em visita a São Paulo e ao Brasil pela primeira vez, o criador do Linux, Linus Torvalds, falou hoje [31/8] a uma plateia de desenvolvedores, estudantes e empreendedores da comunidade de software livre na abertura da feira LinuxCon, que acontece até amanhã [1º/9] na capital paulista. Ao lado de Andrew Morton, responsável pela manutenção do Kernel, e Jim Zemlin, diretor executivo da Fundação Linux, Torvalds falou por cerca de 45 minutos do surgimento da plataforma, de suas escolhas ao longo desses 19 anos de história do sistema operacional e dos planos para o futuro. O começo “Eu desenvolvi o Linux para o meu próprio uso. Depois, esperava que alguém fizesse algo mais profissional. Como ninguém fez, eu segui em frente com meu projeto, e ele foi crescendo. Quando eu vi, o Linux havia explodido. Hoje, eu me surpreendo com o número de propósitos nos quais o Linux tem sido usado, como em servidores e smartphones, por exemplo. Nunca imaginei coisas como essas. Isso mostra a força da plataforma open source.” O Linux hoje "Hoje, nós estamos em diferentes áreas, mas as pessoas não precisam estar em todas elas. Hoje, somente para o Kernel, existem mais de 1 000 programadores trabalhando em seu aprimoramento. Cheguei a conclusão que estamos bem somente com um modelo de núcleo. Os dispositivos, como desktops, notebooks, celulares etc. mudam, mas as questões permanecem as mesmas.” Desenvolvedores ao redor do mundo e no Brasil "A maior parte dos programadores, hoje, está nos Estados Unidos, na Europa e na Austrália. Sem dúvida, a língua inglesa é uma das principais barreiras para os desenvolvedores. Ela é um fator chave tanto em relação aos aspectos técnicos como para a comunição com outros núcleos programadores. Mesmo assim, existem diversos núcleos locais, em universidades no Brasil, e pessoas que funcionam como pontes entre eles.” Como se tornar um programador “De qualquer forma, a minha dica para os novos programadores é começar. O Linux é uma grande forma de entrar no mercado. As empresas estão desenvolvendo soluções baseadas em open source e precisam de bons programadores para trabalhar em seus projetos. Portanto, eles serão contratados e serão bem pagos para isso.” Sobre empresas que bloqueiam os códigos alterados “Não gosto quando isso acontece, mas respeito a posição deles. Entendo que, às vezes, o hardware é deles. O correto seria ‘eu te dou o código e você me retorna ele modificado’. Mas tudo bem, esse foi o modelo que eu escolhi e estou contente com ele.” Outros projetos “Não vou dizer que irei trabalhar para sempre com Linux, mas já o faço há 19 anos e me sinto motivado. O que temos hoje é diferente do que tínhamos há cinco anos. Já me envolvi com outros projetos, mas eu sempre volto para o Kernel, que é onde o hardware encontra o software, e esse é o ponto. Por isso, pretendo continuar o fazendo por um bom tempo.” Hobbies "Vou aproveitar a viagem para mergulhar no Brasil. Esse é meu hobbie." Sobre fazer muito dinheiro “Estudei matemática porque acreditei que poderia programar e fazer algum dinheiro para levar minha vida. Eu faço porque é divertido, porque me sinto gratificado. Dinheiro não é o que atribui sentido á tarefa. Isso faz parte da minha satisfação pessoal.” No final, o mediador Jim Zemlin ressaltou a importância dos dois desenvolvedores para o mundo do software e os comparou com Bill Gates e Steve Jobs. Em seguida, pediu uma salva de palmas ao público presente, que o atendeu prontamente por quase um minuto. Fonte: info.abril.com.br |
| Usuários poderão fazer ligações para telefones pelo Gmail |
|
O Google anunciou nesta quarta-feira (25) que usuários de seu serviço de e-mail, Gmail, poderão ligar para telefones normais diretamente do site, em concorrência direta com o serviço de telefone on-line Skype e operadoras de telecomunicações. O Google promete ligações gratuitas para telefones nos Estados Unidos e no Canadá até o final do ano, e diz que irá cobrar tarifas baixas por ligações para outros países. A companhia de Internet afirmou que o preço de ligações para Reino Unido, França, Alemanha, China e Japão, por exemplo, seria de US$0,02 por minuto. |
| Aumenta o número de soluçõesdesenvolvidas para o Windows 7 (Touch, multi-touch e gráficos) |
|
Impulsionado em parte pela crescente popularidade das características como Touch e tecnologia Multi-Touch do Windows 7, estão sendo desenvolvidas mais aplicações para o sistema operacional, de acordo com uma pesquisa recente realizada pela Embarcadero Technologies. Os dados foram coletados em maio de 2010 e participaram do estudo 606 pessoas entre desenvolvedores, arquitetos e analistas de sistemas. Mais da metade dos desenvolvedores de software pesquisados - 54% - afirmaram que estão desenvolvendo aplicações para o Windows 7, e outros 25% disseram que pretendem começar a desenvolver aplicações no próximo ano. Dos que estão desenvolvendo, a maioria disse que começou o desenvolvimento nos últimos seis meses a um ano. Em contrapartida, apenas 10% afirmaram não ter planos para desenvolver aplicações para o sistema. O entusiasmo para o desenvolvimento em Windows 7 é impulsionado, em parte, pela vontade dos desenvolvedores de incluir características populares como o Touch, multi-touch e gráficos em seus aplicativos. Quando questionados sobre quais recursos do sistema da Microsoft os desenvolvedores gostariam de integrar a suas aplicações, quase 40% responderam que Touch, Multi-Touch e Gesture, enquanto 27% apontaram os gráficos, animações e Windows Imaging Component e 24% disseram que os controles Ribbon. Os entrevistados foram mais enfáticos sobre características multimídia como o Windows Live Movie Maker e a TV Internet. "A popularidade de dispositivos como o iPhone e iPad ajudaram a aceitação de tecnologias baseadas no recurso Touch. Essa popularidade transcende a comunidade de desenvolvedores e eu duvido que veremos essa tecnologia diminuir tão cedo", diz Michael Rozlog, gerente de Produto das Soluções Delphi para a Embarcadero Technologies. Outro dado relevante é que 34% dos entrevistados indicaram que o maior desafio de desenvolver aplicações para o Windows 7 é ser capaz de dar suporte a usuários em versões antigas do sistema operacional. O suporte para o Windows XP termina em abril de 2014 e muitos analistas estão incentivando as empresas e os consumidores a migrarem para a nova versão até o final de 2012, embora a solicitação tenha sido recebida com algumas reticências. Mais um ponto ressaltado foi em relação ao maior desafio - mais de 15% dos participantes disseram que estão esperando mais organizações adotarem o Windows 7 para torná-lo viável. Fonte: www.tiinside.com.br |
| Como avaliar os impactos positivos e negativos de um projeto |
|
Renato de Oliveira Moraes - professor da Fundação Vanzolini, entidade gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção POLI/USP. Possui graduação em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo (1988) e doutorado em Administração pela Universidade de São Paulo (2004). Possui 16 anos de experiência no ensino superior, é professor do Departamento de Engenharia de Produção da Universidade de São Paulo onde participa do grupo de Gestão da Tecnologia da Informação. Seus interesses de pesquisa incluem Gestão da TI, Gestão da Inovação, Gestão de Projetos e Análise Multivariada de Dados. Seu projeto chegou, finalmente, ao fim. Ele foi um sucesso ou um fracasso? A resposta a essa pergunta envolve uma definição de sucesso, cuja percepção depende do processo adotado para avaliação do sucesso. A tendência natural da maioria das pessoas é definir o sucesso do projeto através do grau de consecução/observância de suas metas de prazo, custo (orçamento) e qualidade (desempenho funcional). Esta visão sugere a possibilidade de uma avaliação bastante objetiva do sucesso do projeto. Baker, Murphy e Fisher, em um trabalho clássico sobre gestão de projeto, mostraram que sucesso é percebido e não necessariamente medido. Segundo esses autores, um projeto de sucesso é aquele percebido como tal pelos seus stakeholders. Assim, um projeto que não tenha cumprido suas metas originais de custo, prazo e qualidade possa, ainda sim, ser considerado de sucesso. Um projeto quase sempre citado como exemplo de sucesso é o teatro Opera House, em Sidnei, Austrália. Inicialmente, ele foi orçado em US$ 7 milhões com prazo de execução de 4 anos. Ao final de sua construção, 14 anos depois, já haviam sido gastos US$ 14 milhões. Ainda assim, o teatro foi considerado patrimônio mundial pela Unesco e um dos símbolos mais marcantes da Austrália. Apesar de não ter cumprido o prazo e o orçamento, foi considerado um grande sucesso. Na área de TI existem exemplos semelhantes. O Projeto Chicago, da Microsoft, que gerou do Windows 95, também teve problemas com suas metas originais de custo, prazo e qualidade. Apesar disso, foi através dele que a empresa conseguiu se consolidar de forma hegemônica no segmento de desktop. Assim, a definição de sucesso de projetos deve ser mais ampla e considerar os impactos gerados pelo uso do produto. Pinto e Slevin mostraram que o sucesso do projeto é composto de duas partes. Uma face interna fortemente relacionada à equipe e às condições nas quais o projeto é desenvolvido, e que pode ser medido através dos critérios mais convencionais (custo, prazo e qualidade). A outra face externa está relacionada ao usuário/cliente do projeto e se refere à satisfação e ao uso do que foi entregue, além de eficácia na resolução do problema que motivou a realização do projeto. Eles também destacam que, se por um lado, os aspectos internos do desempenho têm uma importância relativa maior no curto prazo (logo após a conclusão do projeto), os aspectos externos do desempenho são os mais importantes no longo prazo. Vários outros autores seguiram nesta direção usando diferentes expressões – sucesso micro e sucesso macro, sucesso do projeto e sucesso do produto, sucesso da gestão do projeto e sucesso do projeto. São dois conceitos distintos de desempenho, porém relacionados: um remete ao projeto e o outro, ao que é desenvolvido pelo projeto. Em 2001, Shenhar e seus colegas apresentam uma visão de desempenho de projetos baseada em um único conceito multidimensional. Segundo eles, não é correto separar o sucesso do projeto do produto que ele gera. O sucesso é único, mas possui quatro dimensões, cuja importância relativa muda com o tempo. Assim, logo que o projeto termina, a dimensão mais relevante do desempenho é a eficiência do projeto, ou o grau de observância de prazo e orçamento. No curto prazo, uma segunda dimensão – o impacto no usuário – ganha importância. Ela se refere ao desempenho do produto entregue e observado por seus usuários. A terceira dimensão do desempenho é o impacto no negócio, que pode ser avaliado no médio prazo, quando, então, sua importância se manifesta. Esta dimensão refere-se ao sucesso comercial do produto entregue, ou do aumento da participação de mercado obtido através dele. Em projetos internos, quando o cliente é uma das áreas funcionais da organização, esta é uma dimensão de menor relevância do desempenho. A última dimensão do desempenho seria a preparação para o futuro, analisada apenas no longo prazo, quando é possível avaliar a capacidade de o projeto criar novos produtos, mercados, oportunidades de negócio e o desenvolvimento de novas tecnologias dentro da organização. Em geral, quando a avaliação ex post de projetos é feita formalmente, está associada às duas primeiras dimensões descritas por Shenhar. Mesmo reconhecendo que a avaliação dos impactos de médio e longo prazo possa ser algo difícil de ser implantada, ela traz importantes benefícios para a organização. Em termos de lições aprendidas, é possível identificar os elementos de impacto positivo e estimulá-los em projetos futuros, bem como evitar os aspectos indesejáveis. Há também outra interessante oportunidade na avaliação ex post dos projetos, nem sempre percebida pelos profissionais da área, que é a própria análise do impacto da TI na organização, através de seus projetos. Os investimentos em TI só se justificam na medida em que geram algum tipo de impacto na organização. Nestas condições, pode-se argumentar que os impactos da TI na organização são o resultado dos impactos gerados pelos projetos de TI, e que avaliar os projetos de TI realizados corresponde a avaliar a própria TI na organização. Fonte: www.tiinside.com.br |
| Docs em tempo real é aposta do Google |
|
Para acirrar competição com Microsoft, aplicativo foi todo reescrito em modelo de colaboração baseado em nuvem Intensificando sua busca por clientes corporativos e sua competição com o Microsoft Office, o Google reescreveu seu aplicativo de processador de textos e de planilhas online. A sua nova versão para documentos mostra as grandes apostas da companhia: mais colaboração em tempo real e inteiramente na nuvem. Os engenheiros do Google passaram o último ano e meio reescrevendo o software baseado em browser e transformando os produtos que a empresa adquiriu em uma suíte única de software online. Visivelmente, os aplicativos revisados parecem pouco diferentes. Apresentam uma nova régua para ajuste de margem; o chat integrado e o status de presença te permitem ver exatamente como uma outra pessoa está trabalhando no documento; e os documentos importados do Microsoft Word mantém as configurações originais. O maior passo adiante, no entanto, foram as mudanças na edição colaborativa - quando duas ou mais pessoas trabalham no mesmo documento simultaneamente - que agora acontece quase instantaneamente, ao invés de ter o antigo atraso de 15 segundos. O Google vem apostando que a colaboração online, em tempo real, é a função que os usuários mais querem. Uma outra grande aposta está no ambiente 100% nuvem. Por enquanto, não é possível usar o Docs sem conexão à internet. O Google acredita que a maioria das pessoas não está interessada em serviços offline, mas a empresa reconhece que os executivos - aqueles que precisam aprovar o aplicativo do Google - estão interessados. Eles precisam usá-lo com frequência em situações nas quais não existe conexão, como durante vôos. Assim, não permitir o acesso offline pode ser um ponto contra a nova versão do Docs. Microsoft Office fica Quase todas as grandes empresas que usam o Google Apps mantém, também, o Microsoft Office. Elas adotam o Google por seu e-mail, que custa US$ 50 por ano por usuário, e o Docs vem junto, portanto, elas permitem que os funcionários usem-no quando necessário. (Nota do repórter: os Apps são a suíte completa, incluindo e-mail. Docs é o nome da suíte que oferece processador de textos, planilhas e apresentações. Parece confuso, mas vou usar Docs para me referir à suíte inteira.) Na Genentech, empresa pioneira em biotecnologia, 8,2 mil pessoas - mais da metade dos funcionários - usam o processador de textos e planilhas do Google, no sua dia a dia, o dobro do que usavam no ano passado. "Para ser sincero, eu não sabia se as pessoas usariam e não houve imposição", contou o CIO, Todd Pierce. A prefeitura de Los Angeles, na Califórnia (EUA), impôs o Gmail aos 30 mil funcionários e manteve o Microsoft Office, porém, não vai atualizá-lo pelos próximos 18 meses. Espera-se que as pessoas usem o Docs e que eles não tenham de atualizar o Office. Os estudos sobre o retorno sobre o investimento (ROI) da prefeitura prevêem que 80% dos funcionários usarão o Docs e apenas 20% precisarão manter o Office. Mas não se engane: o Office já está bem-estabelecido. É fácil de usar e as pessoas gostam dele. Portanto, o Google enfrenta uma batalha dura. "Por mais assustadas que as pessoas tenham ficado quando eu mudei o sistema de e-mail, retirar o Office foi extremamente importante", contou Kevin Crawford, gerente de assistência geral da prefeitura de Los Angeles. Pesquisa da InformationWeek Analytics mostrou que dos 571 profissionais de tecnologias de negócio entrevistados 78% responderam que o Microsoft Office atendia completamente a todas às suas necessidades; 6% disseram que não; 87%, que esperam que suas empresas mantenham o Office por mais dois anos. Apenas 9% espera utilizar basicamente ferramentas que não fazem parte do Office. Os usuários do Power Excel não encontrarão tudo o que precisam nas planilhas do Google. Elas não oferecem Pivot Table, por exemplo, e, se você precisar de mais de cem fileiras, terá de adicioná-las manualmente. O processador de texto não tem o Mail Merge, como o Word. Mas os usuários diários encontrarão a maioria das funções que precisam em cada suite. Quando os usuários do Office mudarem para o Google Docs, provavelmente será devido ao compartilhamento fácil. O Microsoft Office 2010 está disponível para os usuários corporativos, e as equipes de TI devem prestar atenção em como ele oferece as funções de compartilhamento que as pessoas gostam no Docs. Fonte: www.itweb.com.br |
| Microsoft promete versão beta do Internet Explorer 9 para setembro |
|
A Microsoft deve apresentar em 15 de setembro a primeira versão de testes do Internet Explorer 9, nova versão do navegador de internet da companhia criadora do Windows. O programa será lançado, de acordo com um post no blog oficial Exploring IE, em San Francisco, a mais de mil quilômetros de distância da sede da empresa, que fica em Redmond, no estado de Washington. |
| Oracle processa Google por violação de patente |
|
A fabricante de software Oracle entrou com processo contra o Google na quinta-feira, 12, por violação de propriedade intelectual. Ela acusa o site de buscas de ter utilizado a tecnologia Java, cuja patente pertence à Sun Microsystems, que foi comprada pela Oracle no ano passado, no desenvolvimento do sistema operacional para dispositivos móveis Android. |
| Brasil emitirá 100 mil identidades digitais até o fim do ano |
|
O Brasil vai desenvolver um projeto piloto do Registro de Identificação Civil (RIC) para emitir até o fim deste ano 100 mil documentos de identificação civil digital. A informação é do diretor do Instituto Nacional de Identificação (INI), da Polícia Federal, Marcos Elias Cláudio de Araújo. Ele disse que o novo documentos de identificação civil digital levará nove anos para atingir os mais de 190 milhões brasileiros. |
| Microsoft começa a vender o Office 2010 |
|
Já encontra-se disponível para venda o pacote Office 2010, da Microsoft, com três versões: a Home and Student, para uso doméstico; a Home and Business, para pequenas e médias empresas; e a Professional, para criação de material de marketing. O Office 2010 permite acesso direto ao Office Web Apps, sua versão online para Word, PowerPoint, Excel e OneNote, com edição de arquivos em qualquer lugar. Outras novidades do Office 2010 são o aumento de recursos de colaboração em arquivos e a geração de documentos com “maior impacto” na apresentação. O preços variam de R$ 199 a R$ 1.399 de uma versão para outra. Segundo a Microsoft, o Office 2010 começa a ser vendido hoje [2/8/2010] em mais de 5 mil pontos de venda em todo o Brasil. Fonte: www.valenoticia.com.br
|
| Apple e Microsoft são as marcas mais valiosas do mundo |
|
Segundo a Forbes, império de Jobs vale US$ 57,4 bilhões, contra US$ 56,6 bilhões do de Gates. IBM, Google, Intel e Nokia também representam o setor de tecnologia na lista. As concorrentes no setor de tecnologia Apple e Microsoft e a líder mundial de bebidas, Coca-Cola, ocupam os três primeiros lugares do último ranking publicado pela revista Forbes sobre as marcas mais valiosas do mundo. A fabricante de computadores Mac, dos aparelhos iPod e dos telefones iPhone, reina na primeira colocação da lista publicada nesta quinta-feira (29/7) no site da revista, estabelecendo assim o peso da imagem de algumas das maiores empresas do mundo, bem como os efeitos da reputação para os lucros. A Apple foi avaliada em US$ 57,4 bilhões. “Será preciso mais do que um problema com a recepção da antena do iPhone 4 para que a marca Apple se veja afetada”, assinalam os responsáveis da Forbes, referindo-se à polêmica com o problema de antena do novo iPhone. A Microsoft, fundada por Bill Gates, fica na cola da empresa dirigida Steve Jobs graças a um valor de US$ 56,6 bilhões. Atrás de ambas, ficou a Coca-Cola, cujo império de bebidas refrescantes conseguiu que sua marca, uma das mais reconhecidas em todo o mundo, fosse avaliada em US$ 55,4 bilhões. Na lista das 50 empresas mais valiosas, cujos 30% foram dominados por empresas tecnológicas, outros dois gigantes do setor completam os cinco primeiros lugares: IBM (US$ 43 bilhões), que se beneficia de sua “forte inovação” no setor, e Google (US$ 39,7 bilhões), cujo valor aumentou 450% desde 2005. Na sequência do ranking, ficaram a rede de fast-food McDonald’s (US$ 35,9 bilhões), o conglomerado General Electric (US$ 33,7 bilhões), a empresa de cigarros Marlboro (US$ 29,1 bilhões), a tecnológica Intel (US$ 28,6 bilhões) e a fabricante de celulares Nokia (US$ 27,4 bilhões). Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia
|